Eu vivo sem saber até quando ainda estou vivo
Sem saber o calibre do perigo
Eu não sei, da onde vem o tiro (2x)
Por que caminhos você vai e volta?
aonde você nunca vai
e que esquinas você nunca para?
à que horas você nunca sai?
Há quanto tempo você sente medo?
Quantos amigos você ja perdeu?
Entrincheirado vivendo em segredo
e ainda diz que não é problema seu
E a vida já não é mais vida
no caos ninguém é cidadão
as promessas foram esquecidas
Não há estado, não há mais nação
perdido em números de guerra
rezando por dias de paz
não ve que a sua vida aqui se encerra
com uma nota curta nos jornais
Eu vivo sem saber até quando ainda estou vivo
Sem saber o calibre do perigo
Eu não sei, da onde vem o tiro (2x)
Por que caminhos você vai e volta?
aonde você nunca vai
e que esquinas você nunca para?
a que horas você nunca sai?
Há quanto tempo você sente medo?
Quantos amigos você ja perdeu?
Entrincheirado vivendo em segredo
e ainda diz que não é problema seu
A vida já não é mais vida
no caos ninguém é cidadão
as promessas foram esquecidas
Não há estado, não há mais nação
perdido em números de guerra
rezando por dias de paz
não ve que a sua vida aqui se encerra
com uma nota curta nos jornais
Eu vivo sem saber até quando ainda estou vivo
Sem saber o calibre do perigo
Eu não sei, da onde vem o tiro (2x)
eu vivo sem saber...
até quando ainda estou vivo
http://www.youtube.com/watch?v=Eh315YNPVpE&feature=related
Watherver Works
terça-feira, 23 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Tropa de Elite 2
O Filme é muito bom em vários aspectos.No segundo filme vemos claramente a mudança de perspectiva em relação ao pimeiro em várias passagens e símbolos: O 1º mudança seria o próprio personagem de Wagner Moura, que se no 1º filme ele é viril, fodão e indestrutível ( segundo o olhar do 1º filme que mostra o BOPE, com os olhos da corporação ). No segundo, o diretor amplia a abordagem em relação ao sistema, mostrando o Cap. Nascimento: sozinho, com olheiras que não param de crescer, com um corpo que quase não agüenta mais.
Agora, o melhor contraste que pude encontrar no filme, está exatamente no seu inicio e fim, literalmente. Pois, o filme começa com a música: “tropa de elite, ossos duro de roer....” e termina com uma das muitas obras primas de Hebert: “ eu durmo se saber até quando ainda estou vivo, sem saber o calibre do perigo, eu não sei da onde vem o tiro”.
sábado, 13 de novembro de 2010
Trem da Supervia para e passageiros descem no meio dos trilhos
Resposta aos comentários postados sobre a matéria: Trem da Supervia para e passageiros descem no meio dos trilhos.
http://extra.globo.com/geral/casosdecidade/posts/2010/11/13/trem-da-supervia-para-passageiros-descem-no-meio-dos-trilhos-340659.asp
Gente, hoje quando estava no trem para ir ao curso que freqüento todos os sábados no centro do Rio. Aconteceu mais um caso que só quem mora na baixada sabe realmente o quê é: o trem “variou” no meio de duas estações. Ou seja, atrasou várias pessoas que iriam trabalhar ou estudar.
http://extra.globo.com/geral/casosdecidade/posts/2010/11/13/trem-da-supervia-para-passageiros-descem-no-meio-dos-trilhos-340659.asp
Gente, hoje quando estava no trem para ir ao curso que freqüento todos os sábados no centro do Rio. Aconteceu mais um caso que só quem mora na baixada sabe realmente o quê é: o trem “variou” no meio de duas estações. Ou seja, atrasou várias pessoas que iriam trabalhar ou estudar.
Isso mesmo, como a maioria das pessoas que moram na Baixada sabem bem o quê é chegar horas atrasados em um compromisso e ver a expressão das pessoas que tiveram que tolerar sua espera quando escutam a “explicação da condução”, com um ar de desculpa esfarrapada, me sensibilizei com a situação.
Imagine só o quê as pessoas que estavam no trem hoje sentiram, quando estavam ilhadas e sem explicação, em pleno sábado de feriadão: elas não sabiam como ligar para seus trabalhos e aquele temor e pânico interno tomou conta da situação.
Por isso, resolvi fotografar e registrar tudo. Fui direto para a redação do Globo
(mesmo sem conhecer ninguém lá dentro) e tentei fazer algo em relação.
Se existe algo hoje em dia, que pode ser capaz de “talvez” mudar ou pelo menos evidenciar questões que merecem atenção: é a mídia.
A política só respeita (e teme) a mídia.
E, infelizmente, contrariando o quê muitos da classe média fantasiam a respeito da Baixada. A maioria (não digo todos) das pessoas que moram aqui (digo isso com muita tristeza) não são politizadas e são facilmente induzidas por medidas populistas.
Será que é por que elas são burras?
Ou será por que elas perdem no mínimo 3 horas por dia na condução (se deslocando dos seus trabalhos para suas cidades dormitórios) + 8 horas trabalhando + 1 hora almoçando (pasme você elite: nós também comemos!).
Ah! Mas é claro, como não é muito difícil de calcular. Eu mesma, sozinha, sem calculadora, consegui fazer a conta (depois quem duvidar da minha mente fluminense pode tirar a “prova real”): sobram 12hs.
Doze horas milimetricamente distribuídas entre: dormir, preparar-se para o trabalho no dia seguinte, comer, família e banho.
Desculpe-me por todas essas pessoas com tempo de sobra, onde encontram descanso e recarregam suas forças em bengalas como: religião ou bebida.
Desculpe-me por termos negado nossa matricula no São Bento, nossa faculdade na IBMEC.
Um momento! Aconteceu algo raro! Mas que às vezes acontece: Acabo de pensar!
Será que fomos nós que negamos ou fomos negados?
Acho que li algo a respeito sobre Desigualdade Social no Brasil…..Besteira…. deve ter sido algo que vi no SuperPop.
Peço desculpas por tentar, simplesmente, tentar fazer a diferença, onde muitos se calam. Ou pior, nem sabem que tem voz para gritar. Pois, se existe alguma coisa que pode dar voz a todos de todos os lugares: essa é a internet.
Mas, infelizmente, muitos daqui não sabem usar.
Em algum lugar escutei que “a força do grupo é maior do que a força da soma das unidades”.
Provavelmente, foi uma piada que ouvi do Tiririca na época da campanha.
Infelizmente, não pude votar nele. Apesar de muitas vezes levar mais tempo para chegar e sair do meu trabalho, do que levaria para chegar a São Paulo.
Quem sabe nas próximas eleições eu não convenço o TRE sobre a real distância entre minha cidade e as duas capitais (Rio de Janeiro e São Paulo) e consiga transferir o meu título para lá.
Aí sim, vai ficar bom, pois de fato farei parte do circo em que muitos acreditam que participo.
Att,
Jéssica Orem
“Analfabeta funcional”
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